sábado, 30 de abril de 2016

No Dia do Ferroviário, você sabia que futebol e trens têm relação histórica?

O desenvolvimento do País teve grande impulso com as ferrovias e seus trabalhadores.

Neste sábado (30), comemora-se o Dia do Ferroviário. A data é alusiva à inauguração da primeira linha ferroviária do Brasil, a Imperial Companhia de Navegação a Vapor e Estrada de Ferro de Petrópolis conhecida atualmente como Estrada de Ferro Mauá. Ela foi construída por Irineu Evangelista de Sousa, que tornou-se o Barão de Mauá.
O desenvolvimento do País teve grande impulso com as ferrovias e seus trabalhadores, os ferroviários. De acordo com informações da Revista Ferroviária, a origem brasileira do futebol também veio das ferrovias. As duas primeiras bolas de futebol trazidas para o País foram utilizadas numa partida entre os funcionários da São Paulo Railway e os da Companhia de Gás. Os ferroviários ganharam por 4 a 2.
"No Dia do Ferroviário, 30 de abril, infelizmente, não há muito o que comemorar, mas muito a lamentar. Nossas ferrovias estão abandonadas. Lamento muito esse cenário atual. São Paulo se fez sobre trilhos, e sobre trilhos há de renascer. Sempre que você vir uma locomotiva, um vagão abandonado, lembre que há um trabalhador desempregado, um prejuízo à Nação realizado", afirmou José Manoel Ferreira Gonçalves, presidente da Frente Nacional pela Volta das Ferrovias (Ferro Frente). 
Gonçalves ressalta a importância dos ferroviários na construção do Brasil. "Nesse momento, em que se discute na Câmara alta do País a retirada de direitos do trabalhador, inclusive do fim do fundo de garantia, mesmo quando demitido sem justa causa, nada mais apropriado de valer-me da homenagem ao ferroviário para estender meu apreço a todos que trabalham".
Ele lembra a importância da data e destacou a proximidade com o Dia do Trabalho. "Não se pode dissociar a locomotiva do maquinista, o trilho do trabalhador braçal que enfrenta as distâncias e as intempéries promovendo o desenvolvimento e a interação de todo o País. O Dia do Ferroviário é acima de tudo um símbolo, assim como, o Dia do Trabalho", declarou.

A Tribuna – 30/04/2016

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Trem do VLT é pichado por vândalos no bairro do Macuco, em Santos

Crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (28), na Estação Porto. EMTU afirma que veículo não estava em operação e irá apurar o caso.

Um trem do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Santos, no litoral de São Paulo, foi pichado por vândalos, na madrugada desta quinta-feira (28). Por enquanto, ninguém foi preso.

De acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), responsável pelo VLT, o veículo se encontrava na Estação Porto, próximo a rua Manoel Tourinho, no bairro do Macuco. Ainda segundo a EMTU, o trem ainda não estava em operação e, portanto, os atos não devem afetar a circulação do meio de transporte.

Nesta quarta-feira (27), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, esteve em Santos para inaugurar uma estação do VLT e anunciou que a Estação Porto, Ana Costa, Washington Luís e Conselheiro Nébias devem estar operando até dezembro de 2016.

Em nota, a prefeitura de Santos afirmou que a fiscalização dos veículos é de responsabilidade da EMTU e que não possui câmeras de monitoramento no local. Já a EMTU lamentou os atos de vandalismo ocorridos e afirma que está fazendo um boletim de ocorrência para apuração dos responsáveis.

G1 – 29/04/2016

Comentário do SINFERP


Incrível deixar um veículo com esse valor sem controle de segurança.  Câmera de monitoramento para que? Para saber, depois, quem danificou o patrimônio? Lamentar? Fazer boletim de ocorrência? É gozação.. Como o metrô de São Paulo deve também estar adotando o padrão CPTM.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Metrô de SP anuncia novo consórcio para conclusão de monotrilho

O Metrô de São Paulo divulgou nesta sexta-feira (8) que aprovou a contratação do novo consórcio para a construção de três estações do monotrilho da Linha 17-ouro, Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan.

A linha, que liga o aeroporto de Congonhas (zona sul) ao estádio do Morumbi (zona oeste), foi prometida pela gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ser inaugurada antes da Copa do Mundo no Brasil, em junho de 2014. O contrato com o consórcio anterior foi rompido em janeiro, sob a alegação do governo de "abandono da obra".

A previsão é a de que os trabalhos sejam iniciados antes de julho e que as estações estejam operando até o início de 2018.

O consórcio anunciado, TIDP, formado pelas empresas Tiisa e DP Barros, é o mesmo responsável pela construção de outras quatro estações da mesma linha, Vereador José Diniz, Brooklin Paulista, Jardim Aeroporto e Congonhas. O contrato, orçado em R$ 74 milhões, será assinado assim que apresentada a documentação.

ROMPIMENTO

Em janeiro, o Metrô rompeu o contrato com o consórcio formado pelas empreiteiras Andrade Gutierrez e CR Almeida, travando as obras da linha 17-ouro. Na época, o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que o consórcio tinha sido notificado durante 60 dias para a retomada da construção, sem sucesso.

O consórcio, por sua vez, afirmou em nota não ter sido notificado e acusou o Metrô de atravancar o andamento das obras com decisões burocráticas.

Em agosto de 2015, a Folha revelou que o governo estadual congelou a construção de 17 de 36 estações dos monotrilhos das linhas 15-prata e 17-ouro.

A decisão deixou em aberto as obras de 21,9 km dos 44,4 km prometidos pelo Estado - inclusive para levar a rede sobre trilhos até a favela de Paraisópolis, na zona sul, e Cidade Tiradentes, no extremo leste.


Folha de São Paulo – 08/04/2016

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Trem do ramal Japeri (RJ) apresenta defeito e passageiros andam nos trilhos

Caso aconteceu perto de São Francisco Xavier, na Zona Norte. Grávidas e idosos desceram sem auxílio da SuperVia. Passageiros desembarcaram sozinhos do trem, sem auxílio da SuperVia
Rio – Um trem apresentou problemas, na tarde desta quarta-feira, perto da estação São Francisco Xavier, na Zona Norte do Rio. Os passageiros tiveram que descer do trem e andar os trilhos. Eles reclamam que não tiveram auxílio de ninguém da SuperVia.
Através do Twitter, a concessionária informa aos passageiros que o problema ocorreu no pantógrafo do trem, que não pode seguir viagem. Segundo uma passageira, quem estava na composição ficou cerca de cinco minutos sem nenhuma informação, até que abriram as portas e informaram que o trem não seguiria viagem.
“O maquinista simplesmente saiu do trem, pegou carona no que estava vindo, e não prestou ajuda aos que estavam no trem. Vi mulheres grávidas com medo de pular nos trilhos, e outra chorando, porque fazer força pra descer, doía a barriga. Um senhor, foi carregado no colo por dois homens, pois no meio do caminho, nos trilhos, ele passou mal”, contou.
Ainda no Twiter, a SuperVia disse que os intervalos estão sendo interferidos por conta da ordem para os trens aguardarem a sinalização. “Mais de uma hora de viagem e ainda estou no Méier, peguei o expresso 13:20, já era pra estar na central, tá parando muito”, reclamou um passageiro.
A SuperVia ainda não se posicionou sobre a falta de funcionários para auxiliarem os passageiros na descida do trem para os trilhos.
Passageiros desembarcaram do trem com problema e andaram nos trilhos até a plataforma da estação


O Dia - 27/04/2016

São José dos Campos (SP) lança licitação para obras na estação de trem Martins Guimarães

A Prefeitura de São José dos Campos, por meio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, lançou licitação para a reforma e revitalização da Estação Ferroviária Martins Guimarães. O edital completo está disponível no site da Fundação Cultural.
O valor aproximado da obra é de R$ 240 mil e a previsão é que dure cerca 90 dias. Serão reformadas as paredes, a cobertura, portas e janelas. Ainda está em estudo qual será a destinação deste espaço.
A estação Martins Guimarães foi inaugurada em 1921 e, quatro anos depois, reconstruída em alvenaria. Seu nome homenageia o engenheiro José Francisco Martins Guimarães Filho, chefe de tráfego em 1892 e, posteriormente, chefe de linha e diretor. Foi desativada em 1951 e, desde 1996, é preservada como patrimônio histórico de São José dos Campos.
Estações
Além da Martins Guimarães, as estações Eugênio de Melo e a Central de Trem estão em processo de revitalização.
Na Estação de Eugênio de Melo, estão sendo feitas a restauração externa da estação ferroviária a fim de retomar a fachada original, além da reestruturação da ambientação interna do prédio em três salas.
Após a revitalização, a estação será utilizada como um equipamento multicultural em parceria com a Casa de Cultura Rancho do Tropeiro Ernesto Villela (Rua Ambrósio Molina, 184 – Eugênio de Melo), com o objetivo de receber exposições e apresentações das variadas manifestações artísticas.
Já a Estação Central de Trem está sendo reformada pela empresa MRS Logística. Serão revitalizados o prédio e o jardim entorno da estação. No espaço, funcionará o escritório da empresa. A obra tem previsão de nove meses de duração.
Durante a abertura da Festa do Mineiro, o prefeito de São José dos Campos salientou a importância da recuperação desses patrimônios históricos. “Os prédios são importantes por causa das pessoas que os construíram”, comentou o prefeito, destacando a revitalização do Cine Teatro Benedito Alves e da Residência Olivo Gomes, no Parque da Cidade, que vem sendo executada pela Prefeitura.

Portal R3 – 27/04/2016

Estudo do VLT (Cuiabá) sai misteriosamente da Internet

Na CPI das obras da Copa, engenheiro Massimo Bianchi, dono da TTrans, afirmou que os os argumentos pró-VLT, apresentados em 2012, sairam da Internet

O engenheiro Massimo Giavina Bianchi, que prestou depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Obras da Copa do Mundo, revelou que o processo licitatório público para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ocorreu de forma sigilosa, sem que outros concorrentes pudessem ter acesso às demais propostas. “Isso não é normal! Concorrências públicas têm que ser abertas ao público”, pontuou. 

Além disso, Massimo ainda confessou que sua empresa, a TTrans, responsável pela elaboração do estudo para a troca de modal de transporte de BRT para VLT, realizou o estudo de viabilidade da troca em um final de semana e apenas com conteúdos retirados da internet. 

“Inicie num sábado e na segunda estava pronto. Eu nem sequer conhecia a cidade. (...) Apresentei em uma reunião de meia hora”, disse aos deputados membros da investigação.

O estudo da TTrans apontava que o número de usuários do VLT seria, em média, 300 mil passageiros em um trecho que teria 20 quilômetros. Para tanto, foi sugerida a compra de 20 vagões, que seriam suficientes para suprir à demanda. O modal custaria R$ 700 milhões.

No entanto foram adquiridos 40 vagões que somados a obra foi orçado em R$ 1,4 bilhão. A obra está paralisada e já apresentou diversas irregularidades. Para o presidente da CPI, deputado Oscar Bezerra (PSB), o engenheiro foi conivente nas ações, pois sabia do valor desde o principio. Bezerra diz ainda que, apesar das revelações de Bianchi, perguntas contundentes ficaram sem respostas. 

Folha do Estado – 27/04/2016

terça-feira, 26 de abril de 2016

Com obras atrasadas, Metrô de SP terá 46 novos trens parados neste ano

Com atraso na conclusão das obras de três linhas de metrô, São Paulo terá até o fim deste ano 46 trens novos fora de operação. A concessionária ViaQuatro, operadora da Linha 4- Amarela, já começou a receber mais 15 composições, enquanto a construção de quatro estações, sob responsabilidade do governo do Estado, ainda não foi finalizada.
A lentidão nas obras afeta também as Linhas 15-Prata e 5-Lilás. Os trens não terão onde rodar. O Metrô alega que os carros ficarão em testes.
Três trens foram entregues para a Linha 4, que liga a Estação Butantã, na zona oeste, à Luz, no centro. O quarto está previsto para chegar amanhã. O quinto será entregue no dia 4 de maio, segundo a concessionária ViaQuatro, empresa responsável pela linha e pelas aquisições. Até o fim da concessão, a empresa deverá investir R$ 2 bilhões na compra de trens e equipamentos - a concessionária recebe parte da arrecadação das bilheterias do Metrô como contrapartida pelo montante.
Mas já não há espaço para abrigar as novas composições. "O estacionamento do pátio tem capacidade para abrigar os 14 trens da frota já em circulação. Os novos trens também serão abrigados no estacionamento do pátio, que está para ser ampliado com a retomada das obras da Linha 4", informa a ViaQuatro. As obras de ampliação, no entanto, estão paralisadas desde julho do ano passado e só devem ser retomadas em junho deste ano - com conclusão prevista para 2018. Até lá, ainda não há definição sobre onde ficarão os carros.
O total de 29 trens foi pensado para atender à demanda das 11 estações previstas para a Linha 4-Amarela - hoje sete estão em operação. A concessão da linha para a ViaQuatro previa que a empresa adquiriria os trens e o governo faria as obras das estações.
Estacionamento

A situação na Linha 4 é parecida com a do monotrilho da Linha 15-Prata, na zona leste, e na Linha 5-Lilás, na zona sul.
No caso da Linha 15-Prata, os trens lotam o pátio Oratório, onde os monotrilhos ficam estacionados enquanto a linha continua em construção. São, ao todo, 16 trens - a frota em operação é de quatro composições. Ali, o Estado chegou a suspender a compra original, da empresa Bombardier, que era de 54 trens. A canadense chegou a estruturar uma fábrica de monotrilhos no Brasil para atender à demanda, mas agora a frota da linha será de 32 trens, uma vez que o Metrô congelou a extensão até Cidade Tiradentes, extremo leste.
O monotrilho tem atualmente 2,9 km de extensão. O consórcio responsável pela aquisição de trens e construção das vias completou o serviço até São Mateus. Mas o governo optou por fazer licitações diferentes para a construção das estações - que deveriam ter sido entregues em 2014, mas ainda estão em construção. Há vãos nos trilhos nos locais onde deveria haver as estações, e assim os trens já comprados não têm onde ser testados em conjunto.
Na Linha 5-Lilás, os carros fora de operação já foram alvo de vandalismo, como a reportagem noticiou duas vezes. A primeira foi em agosto do ano passado. A segunda vez foi há duas semanas. Os trens foram pichados.
O pátio no Capão Redondo, na zona sul, tem 15 trens à espera da conclusão das obras de ampliação da linha, até a Chácara Klabin, zona sul, prevista para terminar em 2018.
O presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo Prazeres, chama a situação de "irresponsável". "A garantia desses trens está correndo antes que eles sejam entregues à população", afirma.
Já o professor adjunto do Departamento de Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas Claudio Gonçalves Couto afirma que há poucas ações a serem tomadas para reverter a situação. "Agora é preciso que as obras continuem para que esses trens possam ser usados", argumenta.
Outro lado

Em nota, o Metrô afirma que todos os trens fora de circulação estão em testes. "Não é verdade que o Metrô de São Paulo terá 46 trens parados até dezembro pelo atraso de obras", diz a empresa, de responsabilidade da gestão Geraldo Alckmin (PSDB).
Entretanto, a estatal reconhece que, no caso da Linha 5, "das composições entregues, seis trens já estão com os testes concluídos e outros seis passam por testes", mas a empresa afirma que parte da frota só deverá circular pelo trecho já em operação da Linha 5-Lilás no segundo semestre do ano que vem.
"No caso da Linha 15, o primeiro monotrilho do Brasil, com trens especialmente projetados e desenvolvidos para o novo e inédito modal, os mesmos testes são necessários para garantir a operação segura do sistema", diz a nota.
Já a ViaQuatro informou que a compra dos novos trens obedece ao cronograma previsto para a linha.

Uol – 26/04/2016

domingo, 24 de abril de 2016

Metrô de SP diminui número de trens em operação nas quatro linhas

Em janeiro de 2011, o Metrô tinha 141 trens disponíveis para operação nas quatro linhas que gerencia em São Paulo (azul, verde, vermelha e lilás). Desde então, apesar das promessas de investimentos, esse número caiu.

Dados da empresa obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que, cinco anos depois, a companhia tinha 10% a menos de trens disponíveis. Todo o período analisado se refere à gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Em janeiro de 2016, eram 127 composições em operação na rede da capital, que transportou mais de 1 bilhão de pessoas no ano passado.

Para quem depende do transporte público sobre trilhos para se deslocar pela cidade, há duas consequências negativas. Com menos trens à disposição, mais lotados ficam os vagões das composições em circulação - especialmente nos horários de pico, quase sempre já superlotados-, o que piora a qualidade do serviço prestado.

Além disso, nos horários mais movimentados, o número mais baixo de trens disponíveis para operação significa também que os usuários precisam esperar mais tempo para embarcar.

Como mostrou reportagem da Folha no início do mês, o tempo médio de espera nos horários de pico aumentou na comparação de janeiro de 2010 com o mesmo mês deste ano em três das quatro linhas administradas pelo Metrô – não há dados sobre o intervalo e sobre a evolução no número de trens da linha 4-Amarela, administrada por concessionária privada, a ViaQuatro.

Entre as linhas prejudicadas estão as duas mais utilizadas: a 1-Azul e a 3-Vermelha. A única que registrou leve redução no tempo de espera foi a linha 2-Verde. Quando se compara o mesmo mês, a partir de 2011, o intervalo entre os trens aumentou em duas das linhas do metrô: na 1-Azul e na 5-Lilás.

No período de 2011 a 2016, considerando-se a evolução mensal, o pior número de trens disponíveis para operação foi registrado em janeiro de 2014: 117 composições. Na média anual, os anos de 2013 e 2014 tiveram o mais baixo número de composições à disposição dos usuários da rede: 121.

Não por acaso, esses foram os dois anos de pior desempenho também no tempo médio de espera dos passageiros analisados pela reportagem - com exceção da linha 5-lilás, cujo pior resultado foi registrado no ano passado.

PROBLEMAS NO METRÔ

O menor número de trens à disposição e o aumento no tempo de espera no horário de pico podem ser sintomas de uma crise financeira enfrentada pela empresa. A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) deu um calote de R$ 66 milhões na empresa em 2015, dinheiro que seria usado para cobrir os custos da política de gratuidades.

Sem receber os recursos devidos pelo Estado, a companhia estatal paulista é forçada a cortar custos de operação e abrir mão de investimentos e de melhorias no serviço que presta aos usuários e no quadro de funcionários.

Ao menos cinco trens foram retirados de operação  para servir de "estoque" de peças de reposição para outras composições do metrô. Isso afeta o total de composições disponíveis para operação. Funcionários da companhia dizem ainda que cada vez mais faltam essas peças de reposição, o que, segundo eles, prejudica o serviço oferecido à população.

Além disso, desde o fim de 2015, as bilheterias e máquinas de recarga do Bilhete Único também registram problemas: longas filas e falta de troco, gerando atrasos aos usuários do transporte público.

OUTRO LADO

Em nota, o Metrô afirma que "o número de trens disponíveis para operação apresentado não representa 'redução de serviço'". De acordo com a empresa estatal paulista, "não há relação entre a quantidade de trens disponíveis para operação e o aumento de intervalo entre trens".

A companhia afirma ainda que a diminuição no número de composições operacionais a partir de 2012 tem "relação direta com o processo de modernização de 98 trens, que foi intensificado a partir de 2011. De lá para cá, 75 trens já passaram pela modernização".

A empresa esclarece que operam nas linhas metroviárias, em horários de pico, 110 trens. "Isto é, em janeiro de 2016, com 127 trens operacionais, o Metrô operou com uma reserva técnica de 15,4%. Superior, portanto, à reserva técnica de 10% estabelecida como mínima."

A empresa reafirmou ainda que "incidentes notáveis afetaram diretamente o intervalo entre trens no mês de janeiro de 2016".

Em resposta à reportagem no início deste mês, a empresa afirmou que problemas operacionais e as fortes chuvas que atingiram a capital paulista em janeiro deste ano contribuíram para que a média de intervalo entre os trens aumentasse, em comparação com janeiro de 2010. 


Folha de São Paulo – Rodrigo Russo - 24/06/2016

sábado, 23 de abril de 2016

Trio armado faz arrastão dentro do trem da CPTM em Ferraz de Vasconcelos

Foto Maiara Barbosa
Um dos homens usou revolver para ameaçar passageiros.  CPTM informou que imagens dos suspeitos foram cedidas à Polícia Civil. 

Três homens fizeram um arrastão no trem entre as estações Ferraz de Vasconcelos e Antonio Gianetti Neto na noite desta sexta-feira (22). De acordo com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, por volta das 20h05, o trio acessou a Linha 11 - Coral como se fossem passageiros. Assim que o trem saiu, eles começaram a abordar os usuários. Seis pessoas foram roubadas e uma das vítimas recebeu coronhadas na cabeça, segundo a companhia. Já o sindicato dos ferroviários fala em 20 vítimas.

A CPTM informou que as imagens das câmeras de monitoramento que flagraram os assaltantes nas estações foram cedidas à Polícia Civil. Até o momento a Policia Civil não confirmou se o registro da ocorrência foi feito.

O Sindicato Central do Brasil, que atende os funcionários que operam nas linhas 11-Coral e 12-Safira, informou que este tipo de crime tem se tornado comum e que fará um ofício à CPTM solicitando os detalhes da ocorrência para tomar medidas que auxiliem na garantia da segurança dos passageiros e funcionários da CPTM. "Normalmente acontece na Linha 12, sempre nos últimos carros. Como sempre é bem tarde e tem poucas vítimas, esses casos não chegam ao conhecimento público. Mas dessa vez soubemos que foi mais cedo e teve um número maior de vítimas", defendeu a diretora Sônia Marques da Silva.

G1 – Jamile Santana - 23/04/2016

Comentário do Sinferp

Isso já se tornou rotina. Ah, o sindicato vai enviar um ofício para a empresa? Puxa! Quanta combatividade.,, Que tal exigir ao menos adicional de periculosidade para pessoal de estação? Que tal exigir que o pessoal de segurança tenha mais e melhor condição de trabalho?

Vamos lá: dica para usuário que esteve envolvido em mais essa negligência da CPTM: 1) encontre testemunha (s) e registre boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia, discriminando principalmente os objetos levados pelos bandidos; 2) Vá ao Procon para que a Cptm NO MÍNIMO reponha ou indenize você pelos objetos levados pelos bandidos; 3) SE QUISER processe a Cptm NO MÍNIMO por danos morais. Lembre-se que seu contrato de viagem é com a CPTM e não com os bandidos. 

Os bandidos são problema da CPTM e da polícia, mas não do usuário. Mais do que comprar um trecho de transporte, o usuário paga para que esse transporte seja feito NO MÍNMO com segurança.

Estação restaurada abriga nova sede da Secretaria de Turismo de Itu (SP)

A Secretaria Municipal de Turismo, Lazer e Eventos já está atendendo em novo endereço. A nova sede está instalada no primeiro andar do antigo prédio da Estação Ferroviária de Itu, recentemente restaurado para receber o Trem Republicano.
A mudança para o local, além de gerar economia aos cofres públicos, também oferece mais qualidade nos serviços oferecidos à população e turistas. A infraestrutura da nova sede conta com elevador e banheiros para PCD (pessoas com deficiência). Com amplo espaço, o prédio abriga os Departamentos de Turismo e de Eventos.
A parte térrea compreende toda estrutura do Trem Republicano, uma Central de Informações Turísticas, com sistema de plantão aos finais de semanas e feriados (9h às 17h).
O atendimento ao turista ainda ocorre na região central da cidade no trailer da PRÓTUR (Associação Pró-Desenvolvimento do Turismo Regional), com suporte da Secretaria de Turismo.
Estação Ferroviária

Inaugurada em 1873, às vésperas da Convenção Republicana, a Estação Ferroviária de Itu foi utilizada para receber parte de seus congressistas e considerada uma grande conquista de progresso para Itu.
O prédio foi reconstruído entre os anos de 1930/1940 e, em 1987 a Estação Ferroviária de Itu foi definitivamente desativada, com o fim da passagem de trens de carga pelo local.

Periscópio – 23/04/2016

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Passageiros saberão tempo para chegada de trens na Estação Arniqueiras (DF)

Segundo o Governo do DF, até o fim do ano, mais nove estações deverão oferecer o sistema: Central, Galeria, 112 Sul, Shopping, Guará, Águas Claras, Praça do Relógio, Ceilândia Centro e Furnas.

Quem pegar metrô na Estação Arniqueiras a partir desta quarta-feira (20/4) poderá saber o tempo exato que os trens levarão para chegar. Ainda em fase de testes, um sistema de sinalização on-line desenvolvido pela Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) indicará os minutos de espera por meio de painel eletrônico instalado na plataforma de embarque e desembarque.
A ferramenta foi criada por oito servidores da Diretoria Técnica e da área de tecnologia da informação da empresa pública. Eles aproveitaram o programa de sinalização das vias usado para garantir, por exemplo, que os veículos não trafeguem no mesmo trilho em horários similares. Em parceria com uma empresa particular, que arcou com os custos do equipamento e da instalação, o Metrô-DF testará o painel por até 60 dias.
Durante a cerimônia de lançamento da versão experimental do sistema nesta quarta-feira (20), o diretor-presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado, destacou que, na pesquisa de satisfação do cliente relativa à 2015, a economia de tempo aparece em primeiro lugar entre os itens relacionados à fidelização do passageiro. “Esse projeto vai ao encontro da grande motivação do usuário, porque, com isso, ele vai chegar à plataforma e saber exatamente em quantos minutos o próximo trem vai estar na estação”, explicou.
De acordo com a companhia, 170 mil pessoas utilizam os serviços do metrô por dia. Na estação Arniqueiras, o público diário é de 10,5 mil.
Critério
De acordo com a titular da Diretoria Técnica do Metrô-DF, Daniela Diniz, Arniqueiras foi escolhida para o período de experiência por ter movimento semelhante no início da manhã e no fim da tarde, horários de pico. “Os usuários desta estação são os que mais procuram a Ouvidoria do Metrô-DF para sugerir e reclamar.”
No período, tanto servidores quanto passageiros poderão opinar sobre o funcionamento do sistema por meio da ouvidoria. Ao término da fase de testes, os comentários pertinentes serão aproveitados para aprimorar o serviço. A ouvidoria responderá a todos que entrarem em contato.
Até o fim do ano, mais nove estações deverão oferecer o sistema: Central, Galeria, 112 Sul, Shopping, Guará, Águas Claras, Praça do Relógio, Ceilândia Centro e Furnas.
Licitação

A instalação dos painéis é a primeira de três etapas da modernização do sistema de informação do Metrô-DF. Na segunda, todas as áreas que envolvem operação, manutenção e gestão da empresa pública terão acesso aos painéis on-line. O objetivo é criar condições mais favoráveis ao trabalho das equipes para rastrear incidentes e monitorar atrasos. A última fase será o acesso da população por meio de aplicativo em tablets e em smartphones.
O monitoramento do painel nessa fase de testes ficará a cargo da Diretoria Técnica. Após os 60 dias, a companhia lançará edital de licitação para adquirir equipamentos definitivos para as dez estações. O valor ainda está em análise. Depois, o serviço será expandido para todas as estações de Brasília.

Metrópoles – 20/04/2016

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Andrade Gutierrez pagou propina por obras em SP

Jornal GGN – A Operação Lava Jato detectou repasses da Andrade Gutierrez para obras de transportes do Governo do Estado de São Paulo. Uma empresa de fachada recebia o dinheiro de propina e repassava para os interessados. A empreiteira pagou R$ 45 milhões entre março de 2008 e setembro de 2010 para garantir contratos na Linha 2 Verde do Metrô de São Paulo, no Rodoanel Mário Covas e no Complexo Viário Jacú-Pêssego.
A Polícia Federal ainda não fez nenhuma acusação ao Governo de São Paulo nem a nenhum agente público envolvido nas licitações, mas disse que o método de lavagem de dinheiro de propina na Petrobras pode ser sido reproduzido pelo governo paulista.
Do Blog do Fausto Macedo
Por Mateus Coutinho
Contabilidade da empresa referente a três grandes obras do governo de São Paulo mostra pagamentos a empresas de fachada usadas para o pagamento de propinas no esquema de corrupção na Petrobrás
Ao mapear as movimentações milionárias da Andrade Gutierrez com empresas suspeitas de pagarem propinas a agentes públicos, incluindo companhias de fachada, a Lava Jato se deparou com repasses da empreiteira relacionados a três importantes obras do Governo de São Paulo para uma firma de fachada utilizada por um operador de propinas no esquema de corrupção da Petrobrás.
É a primeira vez que os investigadores conseguem mapear quanto as áreas da empreiteira que cuidavam de cada obra dos mais variados setores em todo o País repassaram para firmas de fachada, ampliando o leque das investigações para além da Petrobrás. Ao todo, as contas contábeis da Andrade e de consórcios dos quais ela participa ligados às obras da Linha 2 – Verde do Metrô de São Paulo, ao Rodoanel Mário Covas e ao Complexo Viário Jacú-Pêssego pagaram R$ 45 milhões entre março de 2008 e setembro de 2010 para as empresas de fachada Legend Engenheiros Associados e SP Terraplenagem.
As informações são do laudo 010/2016, elaborado pelos peritos Daniel Paiva Scarparo, Audrey Jones de Souza e Ivan Roberto Pereira Pinto, no dia 25 de fevereiro deste ano. O documento não faz nenhuma acusação ao governo de São Paulo nem a agentes públicos envolvidos nas licitações do Metrô e da Dersa, mas indica que um expediente utilizado para a lavagem do dinheiro da propina na Petrobrás e também no setor elétrico – pagamentos a firmas de fachada – pode ter se reproduzido no governo paulista. A PF ainda não concluiu o rastreamento do dinheiro. Grande parte dos valores recebidos por estas firmas de fachada eram repassado para outras empresas de fachada ou sacado de forma fracionada para evitar a identificação do destinatário final, o que dificulta o rastreamento.
Jacú-Pêssego. O consórcio SVM, do qual a Andrade faz parte, realizou quinze pagamentos de setembro de 2009 a setembro de 2010 que somaram R$ 30,4 milhões à empresa de fachada SP Terraplenagem. O Consórcio teve apenas um contrato com a Dersa, para a execução das obras no Lote 1 do Complexo Jacu-Pêssego, na capital paulista. O contrato foi firmado em junho de 2009, dois meses antes do primeiro repasse do SVM à empresa de fachada.
O empreendimento foi entregue em 17 de novembro de 2011, mais de um ano após o último repasse do Consórcio para a SP Terraplenagem. Como divulgou o próprio governo do Estado, o trecho custou R$ 93,1 milhões.
Metrô. Em relação às obras do lote 8 da Linha 2 – Verde do Metrô de São Paulo, subtrecho das estações Tamanduateí e Vila Prudente, foram dois pagamentos do centro de custos da Andrade Gutierrez ligado ao empreendimento para a Legend, que não teve funcionários entre 2006 e 2012. O primeiro pagamento foi no valor de R$ 7,05 milhões, que, conforme indica a planilha, foram divididos em parcelas iniciadas em 20 de março de 2008 e concluídas em primeiro de junho de 2010, dois meses antes da conclusão das obras.
O segundo pagamento, da ordem de R$ 7,3 milhões, foi concomitante com o primeiro, sendo dividido em parcelas que começaram em 2 de junho de 2008 e foram até primeiro de fevereiro de 2010. Com isso, os dois repasses ocorreram simultaneamente ao andamento das obras tocadas pela Andrade, que começaram em dezembro de 2007 e foram concluídas em 21 de agosto de 2010. Segundo técnicos do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, o custo da obra, na época, seria de cerca de R$ 351 milhões por Km, incluindo gastos com trens e sistemas ferroviários, fazendo com que o valor da obra total, de 4,3km chegasse à R$ 1,5 bilhão no período.
Além disso, o laudo da PF aponta que parte dos pagamentos para a Legend ligados às obras da Linha 2 também passaram pela conta “overhead”, que contabiliza os gastos da administração central da empresa em cada obra e, segundo a PF indica o conhecimento da direção da companhia sobre as operações com empresas de fachada.
Rodoanel. Já em relação às obras do trecho sul do Rodoanel, foi realizado um pagamento da conta da Andrade relacionada ao empreendimento em parcela única de R$ 1,08 milhão em 14 de agosto de 2009.
O contrato com a empreiteira foi firmado em 2006, teve um aditivo em 2007 que levou a um desconto de 4% e um segundo aditivo em setembro de 2009, que levou a um acréscimo de 7,85% no valor do contrato um mês após o repasse da Andrade para a Legend. O trecho sul foi concluído em abril de 2010.
Com 57 km de extensão e custo total previsto de R$ 5,03 bilhões na época em que foi inaugurado, em 2010, o trecho sul liga Mauá, no ABC, à Rodovia Régis Bittencourt e ao Trecho Oeste do anel viário, em Embu, na Grande São Paulo.
A Legend  e a SP Terraplenagem são ligadas ao grupo do operador de propinas Adir Assad, já condenado pelo juiz Sérgio Moro a 9 anos e 10 meses de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa ao utilizar a Legend e outras firmas de fachada para operacionalizar o pagamento de ao menos R$ 40 milhões em propinas no esquema de corrupção na Petrobrás. Em depoimento ao juiz Moro, no ano passado, Assad admitiu sua participação na Legend, empresa na qual chegou a figurar como sócio de 2006 a 2009.
O empresário era conhecido pela promoção de shows e eventos no Brasil. Assad trouxe a banda U2, a cantora Amy Winehouse e Beyonce para o País.
O nome dele também esteve envolvido em outros escândalos, sendo investigado pela CPI do Cachoeira, no Congresso Nacional, como suposto intermediário de propinas envolvendo a empreiteira Delta com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit).
A reportagem tentou contato com a defesa de Adir Assad, mas o advogado não atendeu o celular. A Andrade Gutierrez informou que não iria comentar o teor do laudo. Os executivos da empreiteira firmaram acordo de delação premiada e revelaram em vários setores do governo federal, além dos desvios identificados na Petrobrás.
COM A PALAVRA, A DERSA:
“A DERSA nunca manteve qualquer contrato com a Legend Associados. Nas obras do Rodoanel, em 2009, a Andrade Gutierrez participava de consórcio responsável pela execução do trecho sul. Este contrato, firmado em 2006, teve um primeiro aditivo em 25 de maio de 2007, o qual resultou num desconto de 4% sobre o preço global, e um segundo aditivo em 23 de setembro de 2009, o qual resultou num acréscimo de 7,85%. A análise dos contratos é permanente. Além de possuir um Departamento de Auditoria Interna, a DERSA, em 2012, reduziu de R$ 735 milhões para R$ 186 milhões a autonomia estatutária da diretoria da empresa para assinatura de contratos, sendo necessário que, acima desse montante, haja ratificação do Conselho de Administração. No caso específico do trecho norte em construção, cujas obras foram iniciadas em março de 2013, por meio de licitação, uma empresa de auditoria independente foi contratada para acompanhamento da evolução do empreendimento.
 A DERSA – Desenvolvimento Rodoviário S/A não mantém e nunca manteve qualquer contrato com a SP Terraplenagem, empresa a qual se refere à reportagem. Quanto ao Consórcio SVM, integrado pelas construtoras Andrade Gutierrez e Serveng, a Companhia firmou um único contrato, em 15 de junho de 2009, para a execução das obras no Lote 1 do Complexo Jacu Pêssego, na capital paulista. Em janeiro de 2011, primeiro ano do Governo Alckmin, a obra estava cerca de 80% executada. O empreendimento foi concluído e entregue ao tráfego de veículos em 17 de novembro de 2011.”
COM A PALAVRA, O METRÔ:
“O Metrô não possui, nunca teve contrato ou efetuou pagamentos  à empresa Legend Engenheiros Associados.  A Andrade Gutierrez foi responsável pelas obras do lote 8 da Linha 2-Verde, subtrecho das estações Tamanduateí e  Vila Prudente. As obras foram iniciadas em dezembro de 2007 e concluídas em 21 de agosto de 2010, no governo anterior. Atualmente, a empreiteira mantém contrato, como integrante de consórcio, na Linha 5- Lilás para  escavação entre as estações Adolfo Pinheiro e Brooklin, incluindo a construção desta última, no valor total de R$ 1,11 bilhão. Para a construção da Linha 17- Ouro, a Andrade integra consórcio em três contratos. Dois deles para a construção de três estações e pátio de manobras foram rescindidos unilateralmente, sendo aplicadas multas de R$ 100 milhões. Um terceiro contrato para construção da via, implantação de sistemas e trens encontra-se em discussão judicial.”

GGN – 21/04/2016