sábado, 30 de janeiro de 2016

Pessoa é baleada na linha do trem da CPTM, diz PM

Caso aconteceu na linha 10—Turquesa por volta das 15h10 desta sexta (29) em SP.
Uma pessoa foi baleada e pulou para dentro da linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), na tarde desta sexta-feira (29), em Santo André, região metropolitana de São Paulo.
De acordo o relato da vítima à companhia, o homem estava fugindo de um agressor quando entrou na linha do trem da CPTM, entre as estações Utinga e Prefeito Saladino. A vítima foi vista por funcionários da empresa durante uma ronda ao longo da malha ferroviária. Os trabalhadores acionaram a Polícia Militar e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), por volta das 15h10.
No entanto, segundo a Polícia Militar, a vítima foi baleada dentro da linha da companhia. O caso deve ser registrado no 2° DP (Distrito Policial) de Santo André.

R7 – 29/01/2016

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Haddad e Alckmin não recebem MPL; após protesto, spray de pimenta no metrô

O sétimo ato contra o aumento das tarifas de transporte coletivo em São Paulo terminou sem o encontro com o prefeito Fernando Haddad (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Eles não atenderam ao pedido do Movimento Passe Livre (MPL) para uma reunião aberta com militantes em frente ao prédio da Prefeitura, no centro paulistano, nesta quinta (28).

O protesto ocorreu sem incidentes. No entanto, após a dispersão, houve confusão na estação de metrô Anhangabaú, que estava fechada pelo menos desde 20h30 (horário de Brasília). Em ao menos quatro ocasiões manifestantes tentaram forçar a entrada, entrando em confronto com seguranças. A PM só interveio no primeiro conflito, usando gás de pimenta.
De acordo com o tenente-coronel da PM Márcio Streifinger, responsável pelo policiamento do protesto, a corporação não tem relação com a decisão do Metrô de fechar a estação. Streifinger disse que só ordenou a ação no primeiro momento para dispersar o confronto e depois afastou seus homens para que houvesse negociação entre o Metrô e o MPL.
Segundo o Metrô, o acesso à estação pela rua Formosa foi fechado temporariamente devido ao "princípio de tumulto" e seria reaberto assim que "os ânimos se acalmassem". No entanto, a reportagem do UOL verificou que a entrada já estava fechada antes de a confusão acontecer. A entrada de passageiros só foi liberada em definitivo por volta das 23h.

"Várias pessoas dentro da estação foram agredidas. A gente não está quebrando nada, só queremos a liberação das catracas", disse Andreza Delgado, do MPL. 
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Ao menos três pessoas foram detidas por seguranças do Metrô e retidas em uma sala dentro da estação após tentarem forçar a entrada. Pelo Twitter, a Polícia Militar informou ter detido um manifestante que teria cometido atos de vandalismo no protesto do MPL realizado no dia 8. Ele foi levado para o 3º DP (Campos Elíseos).
Menos gente

O movimento propôs que o encontro com Haddad e Alckmin ocorresse ao fim do protesto realizado nesta quinta, que partiu do largo do Paissandú, também no centro. No discurso feito coletivamente por militantes logo antes da saída da passeata, Haddad e Alckmin foram chamados de "defensores da catraca". 
Sem a presença dos governantes, os representantes do MPL abriram o microfone para os demais presentes. Entre integrantes de diversos movimentos sociais, discursou o ex-secretário de Transportes Lúcio Gregori, ocupante do cargo na gestão da prefeita Luiza Erundina (1989-1992) e conhecido por propor a adoção da tarifa zero em São Paulo. 

Uol – Flávio Costa - 28/01/2016

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Maquinista que freou trem e evitou atropelamento vive dia de herói no RJ

Rogério Cerqueira contou ao RJTV como reagiu ao ver queda de homem.  'Um dia que jamais vou esquecer', contou o maquinista da Supervia.

A rápida reação do maquinista Rogério Cerqueira evitou que Jeferson Vítor Rodrigues, de 24 anos, fosse atropelado pelo trem que ele conduzia. Ao RJTV, o homem, que trabalha há 29 anos como maquinista, contou como conseguiu evitar que o acidente, na manhã desta quarta-feira (27), virasse uma tragédia.

"Eu percebi que o rapaz caiu em frente à minha composição. A reação que tive foi 'dar' o freio de emergência e o trem parou imediatamente", contou o funcionário da concessionária Supervia, que administra a linha férrea.

Agora como herói, Rogério, que também tem irmãos e pai maquinista, diz nunca tinha passado por uma situação igual e que esse será um dia que ele jamais vai esquecer.

"Um dia que eu acho que vou guardar para o resto da minha vida, né? Espero o rápido restabelecimento dele [Jeferson], para ele voltar à vida dele normal. E, se eu puder ir, vou dar um abraço nele. Estou muito satisfeito de não ter acontecido nada de errado com ele", disse.

Desespero para o herói e para quem assistia às cenas na Estação Corte Oito, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O técnico de informática Elianderson Rodrigues registrou as imagens e disse ao RJ como foi a reação das pessoas que presenciaram o incidente.

"Estava eu e ele ali esperando o trem para descer para gramacho, para depois voltar pra Central, porque aí a gente pega pra ir sentado. Quando o trem veio, foi a hora que ele passou mal. Justamente na hora que o trem veio... Foi o maior desespero, uma gritaria danada, muita gente gritando", contou.


G1 ~27/01/2016

domingo, 24 de janeiro de 2016

Após fuga em massa, Metrô do Recife (PE) interrompe embarque em algumas estações da Linha Centro

A assessoria do Metrorec informou que devido à fuga em massa no Complexo Prisional do Curado, algumas estações interromperam o serviço de embarque na tarde deste sábado (23), para facilitar o trabalho da polícia na recuperação dos foragidos. 

Segundo nota da CBTU, as estações Werneck, Tejipió, Coqueiral e Cavaleiro foram reabertas para embarque e desembarque de passageiros, funcionando normalmente a partir das 18h. Já as estações Alto do Céu e Curado continuam parcialmente fechadas, sendo utilizadas apenas para desembarque de passageiros. O retorno das atividades de embarque nessas duas estações irá acontecer após informações sobre a normalização da situação pelas autoridades policiais competentes.

A medida foi tomada para impedir que os bandidos utilizem do metrô para se afastarem do local. A assessoria afirmou também que o policiamento e a busca foram intensificadas no sistema e que um homem teria sido recapturado na estação de Cavaleiro.

Vale ressaltar que apenas os serviços de embarque foram temporariamente desativados, mas que os passageiros podem desembarcar nestas estações. 

ARENA-PE - Os torcedores que foram prestigiar o amistoso entre Náutico e Botafogo/PB em São Lourenço da Mata não foram prejudicados, já que as estações de retorno da Arena não sofreram nenhuma desativação.


Net10 – 23/01/2016

sábado, 23 de janeiro de 2016

Arrastão e tiroteio no metrô de Recife (PE)

Suspeitos escaparam pelos trilhos.

Um arrastão nos vagões da Linha Centro do metrô terminou em tiroteio entre um vigilante e assaltantes na tarde desta sexta-feira no Recife. Quatro suspeitos armados faziam o assalto coletivo entre as estações Cosme e Damião e Rodoviária. Ao chegar na Rodoviária, um vigilante foi averiguar uma queixa de que estariam segurando a porta do vagão. Quando se aproximou, os suspeitos efetuaram diversos disparos em direção ao trabalhador e escaparam pelos trilhos sentido Cosme e Damião.

Toda a ação foi registrada pelas câmeras de segurança do metrô. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos adiantou que já está separando as filmagens para auxiliar o trabalho da polícia na identificação dos criminosos. Durante a fuga, eles deixaram para trás alguns pertences de usuários.

Três pessoas registraram ocorrência sobre o arrastão. A insatisfação dos passageiros vai além da ocorrência do dia. "Todos os dias chega a ter por volta de dez assaltos no metrô. Andamos muito assustados", denunciou uma usuária.

Diário de Pernambuco -  22/01/2016

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Para a Rumo, a ALL é trem chamado problema

Júlio Santana
São Paulo – Bastaram duas semanas à frente da empresa de logística Rumo ALL, em abril de 2015, para Julio Fontana começar a reunir funcionários, credores e clientes para conversas francas. “A empresa está tecnicamente quebrada. Vamos lidar com isso e reverter esse quadro. Acabou o ‘me engana que eu gosto’ ”, disse em pelo menos cinco reuniões.
Fontana, que havia comandado as empresas Cosan Logística e MRS, de 1999 a 2015, sabia que o desafio seria grande. Comprada em julho de 2014 pela Rumo, empresa de logística do grupo de energia Cosan, a ALL havia sido, por anos, considerada a empresa de operações ferroviárias mais eficiente e rentável do país.
Aos poucos, porém, problemas operacionais começaram a arranhar aquela imagem. Cheia de ambição e com mais fôlego financeiro, a Cosan viu nos tropeços da ALL a chance de criar um novo gigante da logística. A fusão da Rumo com a ALL foi aprovada em abril de 2015, e Fontana colocou mãos à obra. Mas, por mais que soubesse que não teria vida fácil, Fontana não podia estar preparado para a tormenta que viria nos meses seguintes.
O plano da nova gestão era aumentar a capacidade de transporte da ALL e melhorar o serviço prestado aos clientes após anos de relacionamento difícil. Em paralelo, renegociar as dívidas que haviam se acumulado. Tudo sem atropelos, como convém a esse setor. Mas, hoje, o cenário é bem diferente.
A empresa tem dívidas de 6 bilhões de reais que vencem em três anos, precisa de 8 bilhões de reais para investir e, a rigor, ninguém sabe direito de onde virá esse dinheiro todo — hoje, seu endividamento equivale a cinco vezes a geração de caixa, patamar considerado perigoso.
Em vez de acalentar sonhos grandiosos de curto prazo, os novos donos da ALL correm contra o tempo para que a empresa tenha futuro. “Tivemos de traçar um plano emergencial de 18 meses para viabilizar a companhia”, diz um executivo que participa da reestruturação. Procurada, a Rumo ALL não deu entrevista. EXAME ouviu funcionários, consultores, clientes e credores.
Celeiro

O plano de emergência é separado em duas partes. Na primeira, o objetivo é aliviar o que executivos do grupo descrevem como uma crise operacional. A ALL foi criada em 1997, quando os empresários Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles arremataram concessões ferroviárias em leilões de privatização.
Na época, o trio ainda comandava o fundo GP Investimentos, vendido a uma nova geração de sócios em 2004. Nas mãos dos empresários, a ALL deu um salto. Em duas décadas, a empresa multiplicou o lucro mais de 20 vezes e tornou-se um “celeiro” de formação de executivos com o jeitão de Lemann — entre os mais destacados, Alexandre Behring, que presidiu a ALL de 1998 a 2004, e seu sucessor, Bernardo Hees.
Hoje, os dois comandam as empresas americanas do império de Lemann. A GP deixou o controle da ALL em 2008, mas seu estilo de gestão perdurou. Num setor marcado pela ineficiência, a preo­cupação da ALL com metas e geração de caixa era elogiada por analistas, investidores e concorrentes.
Mas, no caminho, a empresa foi perdendo a mão e, segundo os críticos, passou a descuidar da parte operacional para não sacrificar resultados de curto prazo. A empresa tornou-se líder em autuações da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) por descumprimentos de normas de manutenção e procedimentos de segurança, e também tem alta ocorrência de acidentes, tanto em números absolutos quanto nos índices que levam em conta o tamanho da malha de cada empresa.
Com a rede depauperada, os trens precisam trafegar em velocidade reduzida. A média da ALL é de 13 quilômetros por hora, segundo a agência, menos da metade da média brasileira. Segundo especialistas, os números são consequência de um período de quase sete anos com poucos investimentos.
“A ALL investiu muito no começo da privatização, mas depois segurou os gastos”, diz Cláudio Frischtak, diretor da consultoria InterB, especializada em infraestrutura. Os cortes haviam sido tão profundos que não havia nenhuma área diretamente responsável pela interlocução com a ANTT — a área foi criada após a fusão.
Seguindo seu plano de emergência, a Rumo começou, então, a substituir a malha ferroviária que veio da ALL. Em nove meses, investiu 2 bilhões de reais na manutenção de trilhos e na compra de locomotivas e vagões. O investimento médio da ALL na última década havia sido de 800 milhões de reais por ano. O plano da Rumo é investir 2,6 bilhões de reais por ano até 2018.
Na gestão anterior, foram instalados suportes de trilhos (os dormentes) de eucalipto, mais baratos e menos duráveis. Eles deveriam ter sido substituídos depois de cinco anos, o que não foi feito. Nos últimos meses, a Rumo ALL substituiu 60 quilômetros de linhas por dormentes de aço. A empresa deve substituir quase 1 500 quilômetros, na estimativa de especialistas.
A Rumo também está trocando as locomotivas — boa parte comprada de segunda mão na década de 90. As novas custam 1,8 milhão de dólares e duram 20 anos; as usadas custavam 500 000 dólares e deveriam ser trocadas em dez anos. Mas não foram. As administrações anteriores defendem suas estratégias.
“No Brasil da década de 90, investimos como era possível para melhorar a capacidade operacional de uma empresa que não gerava caixa. O índice de acidentes caiu pela metade somente nos dez primeiros anos de privatização e o volume transportado dobrou”, diz um ex-diretor da ALL.
O fato é que, desde 2013, os problemas operacionais da ALL haviam originado uma série de brigas com clientes, que reclamavam de atrasos e serviços não prestados. A própria Rumo cobrava 1 bilhão de reais, e a empresa de armazenagem de grãos Agrovia, 580 milhões. Com o compromisso de investir na malha, Fontana conseguiu alongar contratos que tinham prazo de um ano para três anos com clientes como as gigantes de alimentos Bunge e Cargill.
A empresa diminuiu 5 horas o tempo de trânsito entre Rondonópolis, em Mato Grosso, e o porto de Santos. No terceiro trimestre, a nova ALL teve recorde de volume transportado, com 1,5 milhão de toneladas por mês, ou 587 vagões por dia — alta de 15% no volume.
A relação com funcionários também tinha lá seus atritos. Em 2010, a ALL foi condenada a pagar 15 milhões de reais por manter um grupo de 51 funcionários em situação “degradante”. A empresa sempre alegou que os trabalhadores eram de uma empresa terceirizada (a Cosan, que hoje controla a ALL, também já frequentou a lista de empresas acusadas de trabalho escravo, e também alegou que os funcionários em questão eram terceirizados).
Em 2014, o Ministério Público chegou a acusar a ALL de não fornecer água potável a seus trabalhadores — a Justiça obrigou a empresa a dar garrafas térmicas a seus funcionários para que pudessem abastecê-las de água a cada estação, mas a companhia recorreu.
Quando a Rumo assumiu a ALL, Fontana mandou entregar a 7 500 empregados que trabalham ao longo das linhas férreas uma mochila com garrafa térmica, talheres e toalha. E os maquinistas, que antes dormiam nas estações, passaram a pernoitar em hotéis.
Além da frente operacional, a Rumo tem de encarar um desafio ainda mais urgente — o financeiro. Em julho de 2014, os analistas do banco BTG Pactual projetavam para a Rumo ALL um lucro de 585 milhões de reais em 2015, mas, até setembro, o resultado foi um prejuízo de 240 milhões. Atrapalhou muito, aqui, uma baixa contábil de 1,5 bilhão de reais que a Rumo teve de fazer no ano passado.
Segundo três executivos próximos à empresa, os novos donos entenderam que a ALL reportava algumas despesas como investimento, o que inflava os resultados e, para usar a expressão adotada por Fontana nas reuniões com seus executivos, pagava bônus no estilo “me engana que eu gosto”.
A Rumo mudou outras práticas contábeis. De 2010 a 2013, considerado o período de maior deterioração operacional e financeiro da empresa, a ALL pagou 60 milhões em bônus à diretoria.
Além de precisar de 8 bilhões de reais para investir, a Rumo ALL tem 6 bilhões de dívida vencendo dentro de três anos. Com o mercado de crédito fechado em razão da crise, esse é o tipo de problema que empresa nenhuma quer ter. A fusão contava com o apoio do BNDES, que teria prometido uma linha de crédito de 1,5 bilhão de reais em 2015 — mas, com as restrições orçamentárias do banco, o dinheiro não saiu.
A empresa também receberia um aporte de 1 bilhão do FI FGTS, que usa recursos do Fundo de Garantia. Mas o fundo tem adiado o negócio devido à preocupação com o endividamento. A solução de emergência é uma injeção de capital de 650 milhões de reais (a captação está em curso). A Cosan vai colocar 250 milhões de reais no negócio.
Na conta de analistas, o aporte deve diminuir o endividamento em cerca de 15% e melhorar a estrutura de capital, o que pode agilizar a entrada do FI FGTS e começar a aliviar as coisas. Executivos de bancos afirmam que a Rumo ALL precisa de pelo menos mais 900 milhões de reais de capital em 18 meses.
Com a injeção de 650 milhões de reais, a empresa espera ganhar tempo para melhorar seus resultados e, aí, sim, “abrir” o mercado de capitais. Em paralelo, está negociando com a ANTT a renovação antecipada da concessão da malha paulista (que equivale a 20% da extensão total), o que poderia facilitar os novos investimentos. A concessão acaba em 2028 e a Rumo quer assegurar que terá mais 30 anos de operação — mais tempo para encarar o trabalho pesado que parece ter pela frente.
Exame – 22/01/2016

Comentário do SINFERP


É esperar para ver, não é?

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Metrô SP indenizará mulher por assédio sexual

Jornal GGN - O Metrô terá que indenizar em R$ 7 mil uma mulher que sofreu assédio sexual no interior de um trem, determinou a Justiça de São Paulo. A ação por danos morais já tinha sido aprovada pela 13a. Vara Cível da Capital, mas o Metrô recorreu ao Tribunal de Justiça, alegando que não houve assédio.

De acordo com o desembargador Sebastião Junqueira, uma testemunha afirmou ter ouvido a vítima gritar que sofria assédio sexual e, ao olhar para o importunador, percebeu que ele estava levantando o zíper da calça. O magistrado decidiu que a responsabilidade era da empresa estadual, uma vez que cabe ao Metrô fiscalizar de forma eficaz o interior de seus vagões para evitar situações constrangedoras aos usuários.

"O sofrimento da pessoa molestada durante o transporte é fato que por si só causou dor que não pode ser dimensionada e a experiência comum indica que sofreu dano moral indenizável", disse o desembargador.

O Metrô alegou que não se poderia comprovar o assédio. Já a turma do TJSP entendeu que "os fatos foram demonstrados pelos documentos juntados ao processo, entre eles lavratura de termo circunstanciado e oitiva perante autoridade policial". 

A decisão não indica quando os fatos ocorreram e em qual linha do sistema metroviário da cidade de São Paulo. 


GGN – 19/01/2016

Metrô rompe contrato com empresas e obra da Linha 17 é suspensa em SP

Foto Nelson Antoine
Segundo a companhia, canteiros estão abandonados. Empresa diz que por 2 anos tentou solucionar 'questões junto ao Metrô'.

O Metrô de São Paulo rescindiu contratos com os consórcios responsáveis pela obra da Linha 17-Ouro (monotrilho), informou a companhia nesta segunda-feira (18). Segundo a assessoria do órgão, os canteiros estão abandonados. As multas previstas podem passar de R$ 100 milhões.

Em nota, o Metrô disse que notificou várias vezes as empresas para retomarem os trabalhos. “Desde o final do ano passado, o consórcio desacelerou o ritmo das obras e não vinha cumprindo os prazos estabelecidos. O Metrô realizou vistorias que indicaram o abandono das obras do monotrilho da Linha 17-Ouro”, disse. “O Metrô informa também que vai procurar o segundo colocado das licitações para verificar o interesse em assumirem as obras da Linha 17.”

A Andrade Gutierrez disse em comunicado que quem atrasou foi o Metrô e que ajuizou ação para rescindir as obras em 10 de dezembro. “Há meses as empresas buscam uma negociação com o Metrô em relação aos problemas enfrentados nas obras, como a falta de liberações de frentes de serviço, fornecimento de projetos executivos e interfaces com demais contratos da Linha 17, atividades estas de responsabilidade do Metrô de São Paulo.”

Em resposta à nota da empreiteira, o Metrô disse que as empresas "omitiram que foram derrotadas e que tiveram seus pedidos negados pela justiça" (confira as notas completas abaixo, na íntegra).

Procurada, a assessoria da empresa CR Almeida, que com a Andrade Gutierrez forma os consórcios Monotrilho Pátio e Monotrilho Estações, não respondeu os questionamentos do G1 até a publicação desta reportagem.

A decisão do Metrô é semelhante à tomada quanto as obras de expansão da Linha 4-Amarela. Em fevereiro de 2015, o  Metrô rompeu os contratos com o consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam de forma unilateral, alegando que não foram atendidas cláusulas contratuais.

O consórcio foi contratado em 2012 por R$ 1,8 bilhão para construir as estações Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia. Pouco do serviço contratado, porém, foi entregue.

Extremos

Inicialmente, o monotrilho da Linha 17-Ouro previa atender extremos da cidade, como a ligação entre o Aeroporto de Congonhas e a Estação Jabaquara, ou o trecho até a futura estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela do Metrô.

Em agosto do ano passado, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) já tinha mandado congelar 17 das 36 estações inicialmente previstas da linha na Zona Sul da capital. À época, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos disse que a prioridade era “concluir os trechos que já possuem obras avançadas antes de abrir novas frentes de trabalho”.

A linha foi anunciada quando ainda se discutia o uso do Estádio do Morumbi para a Copa do Mundo de 2014. Ela chegou a ser prometida para 2013 e, depois, passou para 2017 (e com extensão menor que a prevista). Agora não há mais previsão de conclusão.

Canteiro abandonado

O monotrilho que está sendo construído há três anos na Avenida Jornalista Roberto Marinho, na Zona Sul, virou abrigo para moradores de rua e, em alguns trechos, para usuários de drogas.

Em dezembro de 2015, o G1 publicou reportagem que mostra que a área se parece cada vez mais ao degradado Minhocão, na região central de São Paulo. O espaço virou também um depósito de lixo e entulho. Entre roupas e pedaços de obras, é possível encontrar também pneus cheios de água, um ambiente favorável para a reprodução do mosquito que transmite a dengue.

Debaixo dos pilares e das futuras estações, os sem-teto montaram coberturas de papelão para dormir. Sob o monotrilho, os novos moradores vivem livres da chuva entre as duas pistas da Avenida Roberto Marinho e do Córrego Água Espraiada.

Um dos moradores afirma que está ali há um ano e que não quer sair. “É o que temos hoje. Estamos abandonados aqui. Mas melhor assim, porque prefeitura só aparece se for para tirar a gente”, afirmou ele, que pediu para não ser identificado com medo de ter de deixar o local.

Nota da Andrade Gutierrez

"Com o objetivo de restabelecer a verdade sobre os fatos envolvendo as obras da Linha 17 do Metrô de São Paulo, o consórcio construtor, integrado pelas empresas Andrade Gutierrez e CR Almeida, vem a público esclarecer os seguintes pontos:

1) O Consórcio AG-CRA foi surpreendido, ontem, com a notícia do Jornal Valor Econômico intitulada “Empreiteiras abandonam obra de monotrilho”. Além de não ser verídica, a notícia beira o absurdo e deixa claro o descompromisso do Metrô de São Paulo com a verdade.

2) Cabe ressaltar, inclusive, que o próprio consórcio AG-CRA, diante dos sucessivos atrasos por parte do Metrô e da sua falta de planejamento para as obras, ajuizou ação no dia 10 de dezembro de 2015 com o objetivo de rescindir o escopo das obras civis do contrato de Via da Linha 17, muito antes da suposta rescisão que foi objeto da matéria jornalística em questão. Além disso, o consórcio possui vasto material documental que comprova que durante dois anos tentou solucionar, sem sucesso, as questões junto ao Metrô. Causa estranheza o fato desse tipo de divulgação ser feita agora, apenas depois do ajuizamento da ação por parte do consórcio e mais de dois anos de constantes tentativas de negociação com o Metrô.

3) Há meses as empresas buscam uma negociação com o Metrô em relação aos problemas enfrentados nas obras, como a falta de liberações de frentes de serviço, fornecimento de projetos executivos e interfaces com demais contratos da Linha 17, atividades estas de responsabilidade do Metrô de São Paulo.

4) Esses fatos geraram uma série de atrasos no cronograma das obras, assim como um grande desequilíbrio econômico financeiro nos referidos contratos. Prova disto é o fato de que tais contratos foram assinados com prazo de execução de 24 meses e, hoje, transcorridos mais de 32 meses, tais questões ainda não foram solucionadas pelo Metrô de São Paulo. Questões como estas impediram a conclusão das obras no prazo contratado e impedem que haja qualquer possibilidade de planejamento futuro.

5) Um dos exemplos mais evidentes da falta de planejamento por parte do Metrô de São Paulo aparece no fornecimento dos projetos (essenciais para a execução das obras e de inteira responsabilidade do Metrô). No “Contrato das Estações”, mesmo transcorrido todo o prazo contratual e mais oito meses, ainda faltam aproximadamente 40% dos projetos. No caso do “Contrato do Pátio” a situação é ainda mais grave, faltando metade dos projetos sob a responsabilidade do Metrô de São Paulo.

6) Vale ressaltar que o consórcio não foi notificado em nenhum momento da decisão de rescisão dos contratos, tão somente tendo sido informado do assunto pelos jornais. Causa espanto, justamente porque estavam em curso diversas negociações com o Metrô, nunca tendo sido aventada a possibilidade de abandono da obra por parte do consórcio.

7) É público e notório que o contrato da Linha 17, que é fundamental para a execução dos contratos do “Pátio” e das “Estações”, vem sofrendo desde seu início com a falta de liberação de frentes de trabalho, como por exemplo a suspensão dos trechos 2 e 3, pelo Metrô em razão de sua incapacidade em liberar as áreas necessárias à execução das obras, que causaram impossibilidade de planejamento e têm sido objeto de diversas reuniões entre AG-CRA e o Metrô na busca de soluções viáveis.

8) Em que pesem tantas e tão graves dificuldades, o Consórcio sempre se manteve mobilizado e executando as obras e serviços possíveis, na expectativa de que o Metrô viesse a equacionar os problemas de sua obrigação, razão pela qual se surpreende com a notícia que, se levada a efeito, demonstrará mais uma vez o descaso do Metrô de São Paulo para com suas contratadas da Linha 17 bem como com a verdade."

Nota do Metrô:

"A nota divulgada pelas empresas Andrade Gutierrez e CR Almeida, que formam os consórcios Monotrilho Estações e Monotrilho Pátio, carecem de transparência e honestidade.  Diante do exposto, o Metrô é obrigado a esclarecer os seguintes pontos:

• Os contratos foram rescindidos devido ao abandono das obras pelas empresas que formam os consórcios.

• As empresas mencionaram uma ação judicial que moveram contra o Metrô, mas omitiram que foram derrotadas e que tiveram seus pedidos negados pela justiça;

• Os consórcios têm em mãos todos os projetos executivos necessários à continuidade das frentes de serviços tanto para as estações quanto para o Pátio Águas Espraiadas. Tanto isso é fato, que as obras para as quatro estações sob responsabilidade de outro consórcio estão pleno andamento;

• Cabe ainda ressaltar que esta é a segunda de duas ações ajuizadas pelo consórcio, ambas indeferidas pela justiça (por falta de material documental que comprovasse a alegação do consórcio), que tinham como objetivo o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato (que não tem relação com os que foram rescindidos). Causa estranheza, portanto, que o consórcio venha a público falar de problemas com projetos executivos e liberação de frentes de obras, quando o único pedido feito à justiça, nas duas ações, verse sobre aditivos de valores ao contrato firmado;

• Mesmo com a negativa da justiça e apesar da declaração de que buscavam uma negociação com o Metrô, as empresas, já em setembro, começaram a diminuir o ritmo das frentes de obras. Em dezembro, conforme constatou fiscalização do Metrô, os canteiros estavam com as obras paralisadas. Tal atitude demonstra que as empresas não respeitaram a posição da Justiça e derruba o argumento de que buscavam negociar com o Metrô;

• A notificação sobre a rescisão unilateral dos dois contratos já foi entregue;

• A atual situação das empresas, que passam por dificuldades administrativas frente às investigações em andamento, não justificam a paralisação das obras, as afirmações levianas com o objetivo de causar confusão e medidas que vão na contramão do interesse público."


G1 – 18/01/2016

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Edital do VLT será lançado em até 120 dias, diz governo da Bahia

Na primeira etapa de implantação, o VLT substituirá o trem do subúrbio.
O sistema de transporte urbano de Salvador e região metropolitana terá um novo modal. O edital do projeto do VLT (veículo leve sobre trilhos) será lançado nos próximos 120 dias e foi apresentado pelo Governo do Estado, nesta sexta-feira (15). 
Na primeira etapa de implantação, o VLT substituirá o trem do subúrbio, e o trajeto ainda será ampliado, compreendendo 21 paradas, entre a avenida São Luís, em Paripe, e o Comércio. A segunda etapa depende de estudos entre duas possibilidades: ligar Paripe à estação do metrô no Retiro, passando pelo Largo do Tanque, ou ir do Comércio até a Lapa. 
O secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, disse que o projeto entra em uma fase de diálogos constantes com todos os interessados, para que eles conheçam o projeto e o governo saiba quais são as intenções e demandas dos investidores. Segundo ele, participaram da apresentação fornecedores de equipamentos, projetistas, consultores e empresas de construção civil, convocados por meio de anúncio público feito em jornais de grande circulação em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, para garantir a maior participação possível. 

R7 – 16/01/2016

Prefeitura do Rio promete 28 Km de VLT ainda este ano

Rio de Janeiro - A prefeitura do Rio de Janeiro estima que a primeira linha do Veículo leve sobre Trilhos (VLT) começará a funcionar até junho, entre a Rodoviária Novo Rio, na região portuária, e o Aeroporto Santos Dumont, no centro da cidade, passando pela Avenida Rio Branco.
A segunda linha, entre a Central do Brasil e a estação das Barcas, na Praça 15, também no centro – passando pelo Campo de Santana e Rua da Carioca – está prevista para entrar em operação no segundo semestre.
Ao todo, o circuito cobrirá 28 quilômetros, com 29 paradas abertas e três em estações fechadas com roletas: Central do Brasil, Praça 15 e Rodoviária Novo Rio.
O prefeito Eduardo Paes acompanhou hoje (16) o fechamento, às 6h, de um trecho de 600 metros na Avenida Rio Branco, que será transformado em passeio público, com áreas exclusivas para pedestres, ciclistas e passagem do VLT.
O novo passeio público será localizado na área cultural que inclui o Museu Nacional de Belas Artes, o Theatro Municipal, a Biblioteca Nacional, o Centro Cultural da Justiça Federal e o Cine Odeon.
“Não dá para todo mundo vir para o centro do Rio de carro, por isso este esforço que a gente vem fazendo. Tem muita coisa a ser feita para melhorar o transporte público, e o VLT tem esse papel de integrar todos os modais e fazer com que as pessoas se desloquem sem a necessidade de pegar transporte que não seja público”, disse Paes.
Com o fechamento do trecho da Avenida Rio Branco será alterado o trajeto de 82 linhas de ônibus. Para reduzir os impactos da interdição e das mudanças no itinerário dos ônibus, a Secretaria Municipal de Transportes e a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro desenvolveram, em parceria com a Concessionária VLT Carioca, um plano com instalação de faixas de atenção no trajeto, com avisos sobre as alterações e novas rotas.
Placas informativas e monitores orientam os usuários de ônibus nos pontos desativados. Também estão sendo distribuídos 60 mil folhetos explicativos com detalhes das mudanças.

Exame.com – Cristina Índio do Brasil – 16/01/2016

domingo, 17 de janeiro de 2016

Japão mantém uma estação de trem funcionando para atender somente uma estudante

O trem faz somente duas paradas na estação de Kami-Shirataki, uma quando uma solitária estudante do ensino médio vai para a escola, e outra, quando ela volta. A empresa Japan Railways estava se preparando para fechar a estação devido a falta de passageiros e de cargas quando percebeu que ela ainda estava sendo usada todos os dias por uma estudante.

Então, decidiram manter a estação aberta até ela se formar. A empresa ainda ajustou o horário do trem com a programação escolar da estudante. Espera-se que a estudante forme-se em março deste ano, quando a estação será, finalmente, fechada.

As pessoas elogiando a empresa e o governo japonês por tornar a educação uma prioridade. “Por que eu não iria gostar de um país como este, quando o governo está pronto para ir uma milha a mais, só para mim”, escreveu uma pessoa na página do GaijinPot no Facebook. “Este é o significado de um bom governo, penetrante, direito ao nível das bases. Cada cidadão importa. Nenhuma criança será deixada para trás!”

O problema de falta de passageiros é devido a baixa recorde da taxa de natalidade no país, o envelhecimento da população, e a diminuição da população ativa, e isso esta afetando o sistema ferroviário do país.

A estação de Kami-Shirataki, por exemplo, fica na cidade de Engaru na zona rural de Hokkaido, que perdeu pelo menos 20 linhas ferroviárias nas últimas décadas, de acordo com a Fortune, com informações do jornal CityLab


Mundo Conectado – 16/01/2016

Extensão da linha 9 da CPTM do Grajaú até Varginha fica para 2017

Entendimentos entre Estado e União para liberação das verbas são as principais causas.
O prolongamento da linha 9 — Esmeralda da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) do Grajaú até Varginha, na zona sul paulistana, prometido em 2013 para ser entregue neste mês, ficará agora para 2017. Atrasos nos entendimentos entre Estado e União para liberação das verbas são as principais causas do adiamento. A extensão da linha deveria beneficiar 100 mil pessoas.
A proposta do governo Geraldo Alckmin (PSDB) é a construção de mais 4,5 quilômetros de trilhos, a partir do Terminal Grajaú da São Paulo Transporte, onde fica a parada final da linha 9, até o Terminal Varginha, também da SPTrans. Com a obra, os moradores chegariam mais rápido ao sistema de trilhos, ganhando tempo durante o dia. A 9 é tida como a "linha nobre" da CPTM, que tem os trens e estações mais modernos — mas também passa por obras de modernização de vias. 
A extensão foi contratada pelo governo em setembro de 2013, quando o Estado assinou acordo com dois consórcios de empreiteiras para a execução das obras civis. O prazo original dos contratos era de 27 meses — com término programado para dezembro de 2015. No meio do ano passado, porém, ante os problemas de financiamento, a gestão Alckmin publicou, no Diário Oficial, sem alarde, termos de aditamento contratual prorrogando o prazo por mais 18 meses. A promessa, agora, é entregar a ligação em 2017. 
Os contratos com as empresas somam R$ 272 milhões (ou R$ 328 milhões, em valores corrigidos). É apenas parte dos custos da obra, que chegam a R$ 780 milhões. 
Burocracia

O secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, argumenta que o problema da obra não foi a falta de recursos em si, mas sim a burocracia relacionada à liberação da verba, que vem do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Segundo ele, o Estado primeiro fez as licitações da obra para, depois, assinar os acordos finais de financiamento com a União. Quando foi obter os recursos, viu que não poderia.
— Aqui em São Paulo, quando fazemos uma licitação, usamos a modalidade 'menor preço global', ou seja: as empreiteiras que saem vencedoras são as que apresentam o menor custo total para executar nosso projeto. Só que o governo federal usa outro critério, 'o menor preço unitário', que elege vencedora a empresa que apresenta menor preço para cada um dos itens que compõem o preço final. Assim, passamos meses tentando negociar uma excepcionalidade para destravar a liberação dos recursos, sem sucesso.
Com essas mudanças, a parte que o Estado pagaria na obra passou de R$ 284 milhões para R$ 390 milhões, informa Pelissioni.
Os recursos do governo federal são para os serviços complementares, como instalação de equipamentos de via, sinalização de trens e fornecimento de energia.
— O que tivemos de fazer foi buscar, com o governo do Estado, recursos extras, que não estavam previstos no Orçamento, e refazer as licitações.
Esses serviços envolvem a realização de mais dez licitações.
União

Procurado, o Ministério das Cidades, encarregado da gestão dos recursos do PAC para a mobilidade, informou que faz "todas as exigências previstas na legislação", antes da liberação de recursos, "a fim de que as obras sejam executadas da melhor forma e no menor tempo possível".
"Desde 2003, o ministério possui uma carteira de investimentos de R$ 574 bilhões, sendo cerca de R$ 160 bilhões em mobilidade urbana. Desse total, aproximadamente R$ 28 bilhões são projetos desenvolvidos no Estado de São Paulo", disse o ministério, em nota.
Além da intervenção na linha 9, a única ampliação tocada pela CPTM é a linha 13-Jade, que sairá da zona leste e irá até o aeroporto de Cumbica.
R7 – 11/01/2016

Comentário do SINFERP


Gozado.  Esse trecho já existiu.  Foi esse governo que acabou com ele.  Agora pretende reativar, e é culpa do governo federal que não sai?