quinta-feira, 25 de maio de 2017

Estado de SP amplia esforço para tirar o 'Trem Metropolitano' do papel


Na semana passada, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) esteve em Nova York para 'vender' a investidores pacote de projetos de PPPs, dentre eles o trem que vai interligar o Vale do Paraíba a outras regiões de São Paulo.

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) ampliou os esforços para tentar destravar o Trem Expresso Metropolitano, projeto ferroviário que vai interligar as regiões metropolitanas de Campinas, São Paulo, Vale do Paraíba, Sorocaba e Baixada Santista.

Na semana passada, Alckmin esteve em Nova York para 'vender' a possíveis investidores um pacote de projetos de concessões e PPPs (Parcerias Público-Privadas).

O trem constava na lista destinada a grupos empresariais com fôlego financeiro.

Na Assembleia Legislativa, na sexta-feira, o empresário Guilherme Quintella, da União Internacional de Ferrovias, apresentou aos deputados o estudo de viabilidade do projeto, concluído recentemente pela instituição.

O esforço do Estado segue na próxima semana, quando o secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, vai a Campinas tratar do tema.

Atrasado quatro anos, o trem será viabilizado por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada), com custo estimado em R$ 18,5 bilhões, sendo R$ 4 bilhões em recursos públicos. A duração do contrato de concessão será de 30 anos.

"Os estudos indicam a oportunidade da construção e da implantação de dois sistemas ferroviários. Um norte-sul, saindo da cidade de Americana, passando por Campinas, Jundiaí, São Paulo, ABC, Cubatão e Santos. E uma linha oeste-leste, saindo de Sorocaba, São Roque, Barueri, São Paulo e indo em direção a Guarulhos, São José dos Campos e Taubaté", explicou Quintella aos deputados.

"A tarifa para passageiros ficará um pouquinho acima do preço dos ônibus intermunicipais, talvez 10% a mais", completou o empresário.

CONVÊNIO.

A tentativa de retomar o projeto só foi possível porque, no fim de março, o governo federal assinou acordo para o compartilhamento da malha ferroviária nos trechos entre São Paulo, Campinas e Americana, onde acontecerá a primeira etapa do projeto de mobilidade urbana.

A RMVale será a última região a ser atendida pelo Trem Expresso Metropolitano..

O Vale – 23/05/2017

Comentário do SINFERP

A mesma e velha história de sempre. É só ter eleição por perto e surge a novela do trem regional,  Não consegue implantar trem nem até Guarulhos.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Metrô SP tem falha em trens e restringe entrada de passageiros nas estações


Linhas 2 e 3 Verde e Vermelha tiveram problemas em dois trens de manutenção. Velocidade dos trens foi reduzida.
As linhas 2-Verde e 3 Vermelha do Metrô tiveram problemas em dois de trens de manutenção, na manhã desta terça-feira (23), e a entrada dos passageiros foi restringida às 5h. A situação começou a ser normalizada 20 minutos depois, às 5h20, mas até as 6h40 a velocidade dos trens ainda era reduzida.
Às 5h35, os passageiros já podiam passar pelas catracas da Linha 3-Vermelha.
Dois trens que faziam manutenção na madrugada tiveram problemas de tração e travaram o motor. Na linha Vermelha, a falha aconteceu na estação Sé, sentido Barra Funda. A operação foi interrompida e os trens só circulavam da Estação Itaquera até o Tatuapé e de Santa Cecília até a Estação Palmeiras-Barra Funda.
Na Linha Verde, o problema ocorreu na Estação Ana Rosa, sentido Vila Madalena, e a circulação só acontecia de Vila Prudente até Chácara Klabin.
O Sistema Paese chegou a ser acionado, mas os ônibus não chegaram a sair das garagens.
G1 – 12/05/2017

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Em tempos de crise, metrô vira alternativa para ambulantes e artistas independentes


Comuns em ônibus e trens, trabalhadores informais driblam a fiscalização da concessionária e já são vistos com frequência em vagões.  
RIO — A crise embarcou no metrô. Vendedores ambulantes, que costumavam comercializar produtos como balas, chicletes e barras de cereais em ônibus ou vagões de trem, agora descobriram uma rota alternativa e já circulam com frequência pelas composições das linhas 1, 2 e 4.
— Estou desempregado e tenho oito filhos em casa para sustentar. Tenho que trabalhar — disse um vendedor que oferecia bala em um vagão de metrô, na manhã de ontem, e não quis se identificar.
Um outro ambulante, de prenome Cléber, que, com o fim do verão, trocou o calor da praia pelo fresquinho das composições metroviárias, conta que ganha cerca de R$ 50 por dia com as vendas nos vagões contra os R$ 200 que conseguia trabalhando, de sol a sol, com os pés na areia.
— No metrô é mais confortável — compara ele, que tem de driblar a fiscalização dos funcionários da concessionária para manter o negócio. — Quando os fiscais me veem, eles me tiram do vagão e da estação. Aí, eu compro outra passagem e volto. Qualquer um tem o direito de ir e vir.
Outro que foge da fiscalização é o artesão Wellington de Castro. Ele distribui aos passageiros flores feitas de folhas de coqueiro, na expectativa de uma recompensa. Nesta sexta-feira, pela manhã, Wellington ganhou muitos sorrisos em um vagão. E algumas notas de R$ 2 e R$ 5, além de moedas.
— Também distribuo as flores em ônibus, mas, no metrô, tem mais gente — diz ele.
Uma das pessoas que contribuíram com o trabalho de Wellington foi a administradora Isa Duarte, que pega o metrô duas vezes por semana e diz não se incomodar com a presença dos ambulantes:
— Está tudo muito difícil. É preciso entender que essas pessoas estão sem perspectiva de vida.
RESPEITO AOS PASSAGEIROS
A artista plástica Ira Camacho, que mora em Laranjeiras e vai de metrô para o trabalho, na Cinelândia, comprou bala de um ambulante para ajudá-lo:
— O desemprego está grande. Eles estão vendendo, não estão roubando.
Artistas independentes, o flautista Gustavo Pereira e o cavaquinista André Menezes têm feito o vagão de palco para tocar sambas e choros diariamente. Sempre com respeito aos passageiros, garantem.
— Como é um ambiente fechado, se alguém se incomodar com a música, paramos — afirma Gustavo, antes de tocar “Carinhoso”, de Pixinguinha.
Os fiscais do metrô nem sempre são cordiais na função de impedir que os artistas se apresentem.
— Já fomos agredidos. É uma pena a falta de sensibilidade, é a nossa forma de pagar as nossas contas — lamenta o músico Juan Muñoz, que integra a banda Misto Quente Trio.
Em nota, o MetrôRio afirma que os agentes são orientados a retirar ambulantes de dentro das composições. O MetrôRio diz que há espaço nas estações Siqueira Campos, Carioca e Maria da Graça para apresentações e que os músicos devem se cadastrar no site do projeto Palco Carioca.

O Globo – 20/05/2017

domingo, 21 de maio de 2017

Nova sinalização (CTBC) que permite mais trens em operação começa nesta segunda na Linha 5 – Lilás


O Metrô de São Paulo confirmou que a partir desta segunda-feira, 22 de maio de 2017, entra em operação de maneira definitiva o sistema de sinalização CBTC (baseado em comunicação por rádio) em todo o trecho comercial da linha 5 Lilás, entre as estações Adolfo Pinheiro e Capão Redondo.

Esse sistema permite com mais segurança, menor distância entre as composições, o que na prática significa a possibilidade de colocação de mais trens, podendo reduzir a lotação e os intervalos.

Pelo sistema atual, ATP, é necessária uma distância de 150 metros entre um trem e outro. Pelo CBTC, essa distância pode ser de 30 metros.

Por causa da nova sinalização, entra em operação a partir também de segunda-feira, a nova frota de trens para linha (Frota P). Atual Frota F terá de ser paralisada para se adequar ao sistema CBTC.

Em nota, a Secretaria de Transportes Metropolitanos informou ao Diário do Transporte que neste sábado, 21, o governador Geraldo Alckmin fez a primeira viagem de teste do novo trecho da linha 5 - lilás, entre Adolfo Pinheiro e Brooklin, estação que deve ser inaugurada até julho. Confira na íntegra:

O governador Geraldo Alckmin participou neste sábado (20/05) da primeira viagem teste do novo trecho da Linha 5-Lilás do Metrô, entre Adolfo Pinheiro e Brooklin. Esta é mais uma importante etapa para continuidade e conclusão das obras de ampliação deste ramal até a Chácara Klabin.

Para chegar à estação Brooklin, os novos trens da Frota P, adquiridos para a expansão, vão percorrer um trecho de três quilômetros, passando pelas futuras estações Alto da Boa Vista e Borba Gato. A viagem já é possível porque os túneis estão totalmente construídos, com os trilhos e sistema elétrico implantados. O Metrô agora trabalha na finalização dessas três estações para abertura ao público em julho deste ano.

Esta etapa da ampliação também inclui o funcionamento integral e definitivo do novo sistema de controle automático de trens (CBTC), a partir das 4h40 de segunda-feira (22/05), entre as estações Capão Redondo e Adolfo Pinheiro, além do uso dos novos trens, que permitirá a circulação das composições sem restrição de velocidade em dias de chuva.

O CBTC é um moderno sistema de sinalização e controle de trens, que possibilita a diminuição dos intervalos com maior velocidade operacional e menor consumo de energia. É o mesmo sistema utilizado nas Linhas 2-Verde, 15-Prata (monotrilho) e 4 -Amarela.

Já os oito novos trens contam com os mais modernos equipamentos que garantem ainda mais conforto aos passageiros, como sistema duplo de ar-condicionado, portas mais largas, corredor de passagem entre os carros, câmeras de segurança e monitoramento, sistema de freios antideslizantes e antiderrapantes (ABS), além de nova iluminação.

Expansão Linha-5 – Quando completa, de Capão Redondo a Chácara Klabin, a Linha 5-Lilás vai transportar mais de 800 mil pessoas por dia e será uma das principais ligações aos bairros de Santo Amaro, Brooklin, Campo Belo, Moema e Vila Clementino. A expansão da Linha 5-Lilás vai acrescentar mais 10 km e 10 estações à linha. 

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Diário do Transporte – 21/05/2017

sábado, 20 de maio de 2017

Tribunal de Contas aponta falhas em contrato para compra de trens em São Paulo


O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) apontou falhas em um contrato para modernização da Linha 11 – Coral da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e fez questionamentos aos responsáveis pelo projeto. O despacho do conselheiro Antonio Roque Citadini sobre o contrato firmado em 2010 foi publicado hoje (17) no Diário Oficial do estado. O documento previa a compra de nove trens, cada um por R$ 33,6 milhões, em um projeto parcialmente financiado pelo Banco Mundial.

A Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos e a CPTM têm 30 dias para apresentar as justificativas e documentos para esclarecer os pontos levantados pelo tribunal.

Entre os pontos sobre os quais foram solicitadas explicações estão as sucessivas prorrogações da vigência do contrato. “É estranha a contagem do prazo feita pela secretaria/CPTM”, ressalta Citadini sobre as cinco mudanças na data de entrega do projeto, inicialmente prevista para abril de 2013 e atualmente esperada para outubro de 2018. “Por que tanta prorrogação?”, questiona o conselheiro.

Além disso, Citadini aponta possíveis falhas de planejamento. “A instalação do ATC [sistema de controle automático dos trens], neste momento do contrato, também está causando atraso. Por que essa decisão não foi tomada desde o início? O sistema ATC pela proposta, já existia? Se, não, por que não foi previsto?” , questiona o conselheiro.

O tribunal também quer o detalhamento das despesas efetuadas. Citadini pede, por exemplo, a prestação de contas do convênio feito com o Banco Mundial, que emprestou US$ 112, 9 milhões ao governo de São Paulo para o projeto. “As prestações de contas do Convênio citado ficaram a cargo da CPTM. Existem relatórios dessas prestações?”, pergunta o conselheiro em seu despacho.

Citadini quer também que a CPTM precise quais foram os serviços prestados pela empresa contratada, a francesa Alstom, e das subcontratadas para fornecimento de peças e serviços.


Resposta


Em nota, a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos e a CPTM informaram que responderão, no prazo estabelecido, aos questionamentos do TCE.

Segundo a CPTM, os nove trens previstos no contrato estão em operação na Linha 11-Coral desde 2014. Já a Secretaria dos Transportes Metropolitanos informou que aplicou R$ 9,5 milhões em multas à Alstom por não cumprimento de índices de performance estabelecidos em contrato.

EBC – 17/05/2017

Comentário do SINFERP

Está mais do que caracterizada a prática de irregularidades em contratos da CPTM. Por que, então, nunca dá em nada, hein?

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Blecaute causa lentidão e barra acesso de passageiros no metrô de SP


O metrô de São Paulo operou com velocidade reduzida e com fluxo de pessoas reduzido em estações das linhas 1-Azul e 3-Vermelha na manhã desta terça-feira (16).
De acordo com o Departamento de Imprensa do Metrô, uma falha em três subestações retificadoras da Linha 1-Azul causou problemas na alimentação elétrica dos trens. O transtorno ocorreu por volta das 6h e durou quase 30 minutos.
Por volta das 7h40, os trens ainda trafegavam com lentidão em estações como Tucuruvi e Portuguesa-Tietê, ambas, da linha 1-azul.
Em nota, o metro disse que a estratégia de controle de fluxo de embarque e a restrição de velocidade na circulação dos trens foram adotadas para a segurança dos usuários.
A companhia, ainda, afirmou que usuários que tiveram problemas para honrar os horários de seus compromissos podem solicitar uma Declaração de Ocorrências no site do Metrô.
Folha de São Paulo – 16/05/2017

Falha em trem paralisa trecho da Linha 12-Safira da CPTM


Um trem teve de ser rebocado devido a uma falha na Estação Itaim Paulista, por volta das 6h,
Os trens da Linha 12-Safira da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) não circularam durante mais de meia hora entre as estações São Miguel Paulista, na zona leste da capital, e Engenheiro Manoel Feio, em Itaquaquecetuba, no início da manhã desta quarta-feira (17). Um trem teve de ser rebocado devido a uma falha na Estação Itaim Paulista, por volta das 6h.
O sistema entrou em processo de normalização em torno das 6h30 e foi normalizado às 7h, segundo a CPTM, apesar de passageiros ainda registrarem reflexos. O acesso às estações afetadas chegou a ser fechado, o que gerou superlotação e atrasos em toda a extensão da linha 12, entre as estações Brás, no centro de São Paulo, e Calmon Viana, em Poá, na Região Metropolitana.
Passageiros de outras linhas da CPTM e da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo, que tem interligação com a Linha 12, também sofreram atrasos devido aos reflexos da redução da velocidade.
Situação do transporte
Em outras linhas da CPTM, do Metrô de São Paulo e ônibus municipais, não há qualquer outro problema técnico registrado nesta quarta-feira,17. Também não há previsão de protestos ou paralisação de trabalhadores. Nesta terça-feira, 16, os motoristas e cobradores de ônibus da capital paulista desistiram de tirar os veículos de circulação e seguem negociando reajuste de salários com as empresas.
Leia Já – 17/06/2017
Comentário do SINFERP
Como se vê, a CPTM não precisa de vândalos e de sabotadores para não funcionar. Isso está no DNA de seus gestores.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Rede da CPTM é danificada por ato de vandalismo e Linha 8 sofre atrasos


A circulação dos trens da Linha 8-Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está prejudicada desde por volta das 8h desta segunda-feira, 15, após um ato de vandalismo. Uma corda foi arremessada sobre a rede aérea da linha ferroviária próximo à estação Lapa, na zona oeste de São Paulo, conforme informou a assessoria de comunicação da companhia.

Um trem teve de ser parado antes de chegar ao terminal para que os passageiros desembarcassem em segurança. O trecho entre a Lapa e a estação Palmeiras-Barra Funda da Linha 8 chegou a ser interditado para um reparo emergencial.

Os trens voltaram a circular antes das 9h, mas com velocidade reduzida entre as estações Júlio Prestes e Imperatriz Leopoldina. Funcionários ainda trabalhavam por volta das 9h10 na substituição de peças danificadas e ainda não havia, neste horário, previsão para a normalização total do sistema.

IstoÉ – 15/05/2017

Comentário do SINFERP

Ah, de novo? Agora uma corda no lugar de uma corrente, como anunciado da vez anterior? Que tal delação premiada para a corda? Leva para Curitiba e envolve na Lava Jato. Entra presidente, sai presidente, e o cinismo da CPTM é sempre o mesmo. Não é incompetência para dar conta do funcionamento do sistema ferroviário. É o vandalismo, e não raro a sabotagem.  Bem, gente de confiança do querido governador, não é?

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Mulher e duas crianças são resgatadas de trilhos da Linha 3-Vermelha do Metrô


Mulher e garota foram levadas para o Hospital das Clínicas e estão em estado grave.
Uma mulher e duas crianças foram resgatadas dos trilhos da Estação Artur Alvim, da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo, na zona leste da capital paulista, na manhã desta quarta-feira (10). Conforme informações preliminares, o menino e a menina são filhos da mulher. O incidente ocorreu por volta das 9h.
A mulher e a garota foram resgatadas em estado grave e encaminhadas ao Hospital das Clínicas, em Pinheiros, na zona oeste da capital, segundo a Polícia Militar. O menino não corre risco de morte.
Como consequência do incidente, a Linha 3-Vermelha sofreu atrasos até por volta do meio-dia. Passageiros publicaram em mídias sociais fotos de das filas que se formaram na Estação Artur Alvim por causa do incidente.
R7 – 10/05/2017

quarta-feira, 10 de maio de 2017

CCR faz acordo para adquirir fatia de 15% da Odebrecht na ViaQuatro


O grupo de concessões CCR anunciou nesta quinta-feira (9) que assinou contrato para adquirir a totalidade da participação da Odebrecht Transport Participações (OTTP) — o correspondente a 15% — na ViaQuatro, pelo valor de R$ 171,1 milhões.

A OTTP é antiga acionista da ViaQuatro, em decorrência de sua cisão e incorporação das partes cindidas por seus então acionistas OTTP e RuasInvest Participações.

O contrato prevê ainda que a consumação da aquisição e o pagamento do preço estão sujeitos ao cumprimento de certas condições suspensivas.

A ViaQuatro é a concessionária responsável pela exploração dos serviços de transporte de passageiros da Linha 4 — Amarela do Metrô de São Paulo e tem como acionistas a CCR, que atualmente detém 60% das ações representativas do seu capital social. A OTPP detém 15%, a Ruas Invest Participações, 15% e a Mitsui & Co, 10%.

A CCR também informou hoje que alterou o preço de aquisição da totalidade da participação da Odebrecht Rodovias (ODBR) na ViaRio — o correspondente a 33,33% — para R$ 61,5 milhões. O preço anterior era de R$ 107,7 milhões.

O adititivo de contrato que altera o preço também prevê o cumprimento de certas condições suspensivas para a aquisição.

A ViaRio é a concessionária responsável, pelo prazo de 35 anos, pelos serviços de implantação, operação, manutenção, monitoramento, conservação e realização de melhorias da Ligação Transolímpica, via expressa com 13 km, ligando o bairro de Deodoro à Barra da Tijuca, na Cidade do Rio de Janeiro.

Valor Econômico – 09/05/2017